O Jorge Martins divulgou agora uma curta versão sonora dos acontecimentos. Aqui fica outra.

 

 
Habituados que estamos a imagens, OUVIR coloca-nos num outro patamar de indignação – pelo menos no que me toca.

Sobretudo quando, em Janeiro de 2010, ainda não se conseguiu que a GEF, empresa imobiliária responsável pelo actual condomínio de luxo, reponha a placa com os nomes dos mortos do dia 25 de Abril no seu local de origem – aparentemente, porque este se encontra perto da porta principal por onde entrarão os moradores e as suas ilustres visitas.