Morreu Pedro Altares, um dos fundadores, em 1963, de Cuadernos para el Diálogo.

«Entre esos protagonistas del impulso, Pedro Altares está en un primer plano absoluto, desde la tarima de un medio que marcó la existencia de la España que ansiaba una democracia como esta, aunque fuera tan imperfecta como los sueños.»

Foi intenso e importante o relacionamento entre os Cuadernos e certa oposição em Portugal, nos últimos anos da década de 60.

Em 1969, Pedro Altares esteve num colóquio organizado pelo Centro Nacional de Cultura, tendo participado num painel sobre Situação actual e função da Imprensa em Espanha e Portugal, juntamente com Jorge de Almeida Fernandes, Francisco Pinto Balsemão, João Gomes e José Tengarrinha. Este evento provocou reacções da polícia política espanhola junto da sua congénere portuguesa: «[…] em Espanha, vê-se com apreensão as autorizações que foram dadas a espanhóis de tendências comunistas para tomarem parte em conferências que o Centro Nacional de Cultura levou a efeito.» (ANTT – PIDE/DGS, Processo CI(1), 4819)

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