Certeza segura essa, caro Rui Bebiano. Para mim, olhando a felicidade do “instantâneo”, penso que o fotógrafo captou um momento que talvez tenha sido único no movimento operário internacional: um elemento da classe operária (parecendo ser um camarada militando na “base”) a dar ordens a Lenine, indicando-lhe o caminho. Demonstrando que a abolição concreta de classes e castas, a vera igualdade fraternal, estava reservada para quando o socialismo científico atinguisse a etapa da sucata.
É uma perspectiva interessante, sem dúvida, caro João. Os crédulos meterão as mãos à cabeça. Os infiéis olhá-la-ão com indiferença. Toca sobretudo os apóstatas, como nós.
Segunda-feira, 30.Jun.2008 at 12:06:11
Espantoso “diálogo” entre o bronze da memória, derribada, e o expressivo monólogo severo do personagem hodierno, fazedor de história…supõe-se!
O que valerá, por si, esta fotografia (notável)para o historiador do descalabro dos comunismos europeus, no século XX?
Muitíssimo.
Zé Albergaria
Segunda-feira, 30.Jun.2008 at 06:06:43
Esta, como outras que se seguirão, valerá para cada leitor aquilo que ele quiser. Nem um só dos prismas se repetirá, tenho a certeza.
Terça-feira, 01.Jul.2008 at 11:07:33
Certeza segura essa, caro Rui Bebiano. Para mim, olhando a felicidade do “instantâneo”, penso que o fotógrafo captou um momento que talvez tenha sido único no movimento operário internacional: um elemento da classe operária (parecendo ser um camarada militando na “base”) a dar ordens a Lenine, indicando-lhe o caminho. Demonstrando que a abolição concreta de classes e castas, a vera igualdade fraternal, estava reservada para quando o socialismo científico atinguisse a etapa da sucata.
Terça-feira, 01.Jul.2008 at 04:07:36
É uma perspectiva interessante, sem dúvida, caro João. Os crédulos meterão as mãos à cabeça. Os infiéis olhá-la-ão com indiferença. Toca sobretudo os apóstatas, como nós.