Na manhã em que tem início o terceiro Congresso Feminista, recorde-se o segundo, acima retratado, que teve lugar em Junho de 1928.

Certamente muito menos participantes, poucas intervenções, sem televisão, nem internet, nem blogues para o anunciarem. Num mundo muito diferente – ou talvez não tanto quanto possa parecer e muito menos do que seria desejável.

Elina Guimarães proferiu então um importante discurso que merece ser lido na íntegra. Algumas das suas afirmações poderiam ser repetidas hoje, amanhã ou depois de amanhã. Certamente com outros cenários, provavelmente por outras palavras, mas muito semelhantes quanto ao fundo de quase tudo o que está em questão.

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