
A Hemeroteca Municipal de Lisboa está a digitalizar este importante jornal, estando já disponível online uma parte do ano de 1956.
Quarta-feira, 02.Set.2009

A Hemeroteca Municipal de Lisboa está a digitalizar este importante jornal, estando já disponível online uma parte do ano de 1956.
Quarta-feira, 02.Set.2009 at 02:09:26
UMA TAREFA DE INTERESSE PATRIÓTICO E NACIONAL. O JORNAL REPÚBLICA FOI UM BASTIÃO DA LUTA ANTI-FASCISTA, OBVIAMENTE REPUBLICANO, LAICO E SOCIALISTA. TEVE NA SUA DIREÇÃO HOEMS LIVRES E DE BONS COSTUMES, P.E. ANTÓNIO JOSÉ DE ALMEIDA, CARVALHÃO DUARTE E RAUL REGO.
Quarta-feira, 02.Set.2009 at 02:09:11
Olá, Daniel, obrigada pelo teu comentário. É um prazer ver-te por aqui.
Abraço
Quarta-feira, 02.Set.2009 at 03:09:05
Foi uma boa surpresa.
Ler nas entrelinhas foi uma coisa que aprendi através da República. Agora poderei reler (já fiz a experiência) e reflectir sobre o nosso próprio tempo.
Abraço
Maria Helena
Quarta-feira, 02.Set.2009 at 03:09:38
Parabéns por este trabalho de digitalização do “República”.
Todos os dias comprava o “República” enquanto estudei em Lisboa e nas férias de Verão, assinava-o para o ter e ler todos os dias na minha terra Natal (Miranda do Douro).
Era um presente que todos os dias o correio me entregava.
Um abraço e obrigado. Agora vou matar saudades.
Pedro Pires
Quarta-feira, 02.Set.2009 at 04:09:35
Já não era sem tempo! Uma iniciativa de louvar que interessa a um público maior do que habitualmente se pensa. Eu, como historiadora e como residente em Viseu, sinto na pele aquela ideia corrente de que Portugal é Lisboa e o resto é paisagem. Em termos de investigação é uma verdade quase absoluta. Tantas e tantas viagens que fiz para a capital por me ser bem mais fácil aceder à leitura e às fotocópias desde te de outras publicações do que nas bibliotecas de Coimbra. Que seja uma iniciativa para ser continuada!
Quarta-feira, 02.Set.2009 at 05:09:14
Além da importância intrínseca à disponibilização online de tão importante documentação, mais imperioso é divulgar junto das novas gerações o que foi o República e o significado que teve para nós (seus pais, tios, avós).
Essa a nossa missão a partir de agora. Assim honraremos esses homens livres e de bons costumes que por lá andaram.
Cá esperamos pelos outros anos!
Quarta-feira, 02.Set.2009 at 05:09:38
O Republica teve um papel importantíssimo na formação de várias gerações, entre as quais, a minha.
Na actualidade, com o avanço do neoliberalismo e o assassinato do Estado previdência, pilar da cultura europeia, e à falta dum jornal actuante neste domínio de pensamento é importante que o “velho ” Republica possa ser revisitado.
Será sem dúvida um contributo importante para nos lembrarmos do que foram (espero que continuem a ser) os nossos valores.
Quarta-feira, 02.Set.2009 at 05:09:39
Ainda neste contexto, e porque me esqueci de frisar no comentário anterior, aproveito para dizer que, em boa parte, a minha tese de mestrado versou directa e indirectamente sobre este jornal. Fiz a biografia do seu último director, o Raúl Rêgo. :) Assim, percebem melhor do que falo.
Quarta-feira, 02.Set.2009 at 06:09:46
Foi uma excelente ideia pôr este inestimável património ao serviço do bem publico. Espero, no entanto, que o trabalho agora iniciado continue,para que todos aqueles que gostam de refletir sobre Portugal(periodos concretos ou fenómenos particulares em datas particulares) tenham neste pedaço de memória, uma referencia muito util onde se apoiarem. Sobretudo uma referencia cimentada nos valores da liberdade, igualdade, fraternidade e pluralidade e para quem o o republicanismo era igualmente sinónimo de laicidade o socialismo.
Quinta-feira, 03.Set.2009 at 11:09:41
Nos tempos que vão correndo, uma excelente ideia para que as mulheres e os homens deste país, avivem a memória e não esqueçam o passado próximo, a coragem daqueles que em tão difíceis momentos souberam através do jornalismo praticado no Jornal República, manter viva a liberdade de expressão, a esperança num país mais justo, a pluralidade, a laicidade, a igualdade e a fraternidade entre os homens.
Sexta-feira, 04.Set.2009 at 01:09:20
Trabalho muito importante, sobretudo quando se chegar ao pós 25 de Abril, para, a esta distância, se puder analisar se por debaixo do conceito defesa da liberdade, se escondiam o pai e a mãe do lixo dos tempos de hoje.
andrade da silva
Sexta-feira, 04.Set.2009 at 01:09:01
Reler novamente os tesouros deixados por tão ilustres Mestres da Comunicação e da Liberdade é uma dádiva dos deuses.Todas as gerações têm o seu tempo porque o tempo é sempre diferente do tempo, mas a actual -geração- muito terá para aprender com aquela. Hoje nas redacções impera a subserviência económica, política, religiosa a intriga e a falsidade. Não existe jornalismo sério e honesto. Instalou-se em cada caneta um terror e uma falsidade permanente. Boa medida tomada pelo respeito que devemos ter pelos sacrifícios sofridos por todos esses Mestres dos Mestres que nos legaram os seus Saberes.
Sábado, 05.Set.2009 at 01:09:05
O que este trabalho me trás à memória é o ano de 1973 em que eu e outros andámos “armados” em jornalistas a entrevistar taxistas e outros profissionais, em lugares discretos de Lisboa e do Barreiro, para um jornal que o República também publicava chamado, salvo erro, A Voz do Trabalhador, de que era director Cesário Borga. Onde é que eu guardei os exemplares com as matérias que fizemos? Agora tenho que encontrá-los!
Excelente a digitalização deste tipo de jornais para memória futura.
Cumprimentos.
Sexta-feira, 11.Set.2009 at 12:09:43
Estão vivos e recomendam-se alguns jornalistas do República: o Carlos Veiga Pereira, o José Tengarrinha, o Corregedor da Fonseca. (Estes são os que me ocorrem de momento). Talvez esta informação seja útil aos jovens historiadores interessados sobretudo nos anos 50 e nos primeiros anos da década de 60 daquele jornal – talvez o peíodo mais duro da sua vida.
Sexta-feira, 18.Set.2009 at 11:09:35
Subscrevo os dizeres do Daniel Madeira de Castro,em particular, tal como dos que se lhe seguem e acrescentando que, lamentavelmente, dessa escola ficou tão pouco, tão pouco, que nem dá gosto abrir um jornal, hoje, para dele poder extrair informação séria, instrutiva, objectiva, opinião consistente, marcante deste presente, respeitando o histórico e que nos aponte confiança no futuro. No passado haviam escolas de jornalismo!? Mas hoje existem……,
Ensinam a verticalidade a todos, a alguns, a uns poucos, ou tudo se vende e tudo se compra!?…. será?….NÃO É POSSÍVEL! É uma nuvem passageira.
Sim. Tragam de volta o RÉPUBLICA.