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	<title>Comentários em: Pancadaria nas escadinhas</title>
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	<description>leituras contemporâneas da história e da memória</description>
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		<title>Por: Joana Lopes</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/06/22/pancadaria-nas-escadinhas/#comment-1846</link>
		<dc:creator>Joana Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 09:11:06 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Manuel Godinho,
Encontrará aqui a resposta
http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/05/04/para-umas-formalidades-no-paco-do-duque/

Cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Manuel Godinho,<br />
Encontrará aqui a resposta<br />
<a href="http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/05/04/para-umas-formalidades-no-paco-do-duque/" rel="nofollow">http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/05/04/para-umas-formalidades-no-paco-do-duque/</a></p>
<p>Cumprimentos</p>
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		<title>Por: Manuel Godinho</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/06/22/pancadaria-nas-escadinhas/#comment-1845</link>
		<dc:creator>Manuel Godinho</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 08:26:59 +0000</pubDate>
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		<description>Gostei imenso do texto, porque bem escrito e por relelbrar um momento histórico do movimento associativo
universitário (que não vivi). Fiquei com curiosidade em saber o que aconteceu a Alfredo Noales.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei imenso do texto, porque bem escrito e por relelbrar um momento histórico do movimento associativo<br />
universitário (que não vivi). Fiquei com curiosidade em saber o que aconteceu a Alfredo Noales.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: João Tunes</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/06/22/pancadaria-nas-escadinhas/#comment-1844</link>
		<dc:creator>João Tunes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 23:17:56 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Tito! Abraço retribuído com toda a força e alguma nostalgia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Tito! Abraço retribuído com toda a força e alguma nostalgia.</p>
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		<title>Por: Tito Baptista Pereira</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/06/22/pancadaria-nas-escadinhas/#comment-1843</link>
		<dc:creator>Tito Baptista Pereira</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 18:13:07 +0000</pubDate>
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		<description>Aproveito para felicitar Helena Pato pelo prazer que me deu através da leitura dos seus textos nos quais também me revejo.
Aqui vai um abraço para o João Tunes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveito para felicitar Helena Pato pelo prazer que me deu através da leitura dos seus textos nos quais também me revejo.<br />
Aqui vai um abraço para o João Tunes.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: helena pato</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/06/22/pancadaria-nas-escadinhas/#comment-1713</link>
		<dc:creator>helena pato</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 21:59:00 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Mas que interessava, ao mesmo tempo, os filhos daqueles que estavam no poder ou na sua esfera&quot; - diz José de Sousa e, quanto a mim, bem. Como se vê por um excerto do artigo de Armando Myre Dores (acima citado): “Dos sete deputados que intervieram no debate do decreto, só um - Daniel Barbosa que seria aplaudido pelos estudantes, da galeria - faz a sua análise (…) dizendo aguardar confiadamente a publicação de uma lei que &quot;bem merece o interesse de procuradores e deputados, até porque todos, ou quase todos, temos filhos ou parentes próximos a estudar na universidade, e por isso mesmo lhe devemos a carinhosa atenção de cuidar dos seus direitos, no desejo de melhor contribuir para o seu futuro&quot;. Segundo Rui Grácio, esta nota (...) testemunha a pressão a que estava sujeita a classe dirigente pela movimentação dos estudantes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Mas que interessava, ao mesmo tempo, os filhos daqueles que estavam no poder ou na sua esfera&#8221; &#8211; diz José de Sousa e, quanto a mim, bem. Como se vê por um excerto do artigo de Armando Myre Dores (acima citado): “Dos sete deputados que intervieram no debate do decreto, só um &#8211; Daniel Barbosa que seria aplaudido pelos estudantes, da galeria &#8211; faz a sua análise (…) dizendo aguardar confiadamente a publicação de uma lei que &#8220;bem merece o interesse de procuradores e deputados, até porque todos, ou quase todos, temos filhos ou parentes próximos a estudar na universidade, e por isso mesmo lhe devemos a carinhosa atenção de cuidar dos seus direitos, no desejo de melhor contribuir para o seu futuro&#8221;. Segundo Rui Grácio, esta nota (&#8230;) testemunha a pressão a que estava sujeita a classe dirigente pela movimentação dos estudantes.</p>
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		<title>Por: José Eduardo de Sousa</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/06/22/pancadaria-nas-escadinhas/#comment-1712</link>
		<dc:creator>José Eduardo de Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 21:12:36 +0000</pubDate>
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		<description>Eu não pertencia ao meio estudantil, mas o meu círculo de amigos andava pela Medicina e eu ia ouvindo falar desse decreto e do que se ia passando. Mas esse decreto, se não estou em erro, apareceu lá para o fim dos seus cursos, o que quer dizer que eu só teria seguido a sua ponta inicial.
Por ser tão pouco referido é que eu venho aqui dizer alguma, pouca, coisa e provavelmente incerta. Com todas as reservas o faço.
Era ministro o Leite Pinto. Que era um personagem diferenciado. Lembro-me de descrições de reuniões de estudantes com tal ministro que eram divertidas, animadas e informais. Dizia-se que era o único ministro que tinha a coragem de fumar nos Conselho  de Ministros. E havia outras histórias que ilustravam tal cavalheiro.
Julgo que, na altura, havia a percepção da sensibilidade que tinha a promulgação de tal decreto-lei. Era alguma coisa que afectava gravemente as Associações Académicas, mas que interessava, ao mesmo tempo, os filhos daqueles que estavam no poder ou na sua esfera. Aquilo também respeitava os seus, os rapazes de quantos tinham peso na “situação”.
Havia, neste caso, uma certa dimensão caseira de uns quantos (bastantes). Sentida como tal, respeitada como tal, o que não impedia a violência, como mais tarde se veria a repetir.
À época, o movimento associativo tinha uma certa força e parece-me bem que o 40.900 fazia parte duma política de contenção. Mais resposta ao que estava dado, do que um propósito de desejado e estrito controlo futuros.
Pelo que julgo poder apreciar, foi uma luta que não se pode considerar fracassada. Arrastada, diferida, dividindo aquele pessoal sénior do regime e unindo os estudantes. Julgo que o Movimento  Associativo continuou e, algum tempo depois, até se revestiu de maior força. Com a história que já se conhece melhor.
O testemunho de Helena Pato era necessário. E seria bom que outros viessem a falar deste 40.900, já longínquo, mas que terá tido maior importância do que a correntemente admitida.
Senti uma boa alegria por saber que o Noales tinha tido assim uma namorada – e mulher – tão fascinada por ele, tão por ele enamorada. Gostei.
E só mais uma coisa. A referência ao Herberto Goulart. Ele pertenceu comigo à Comissão Executiva da CDE de Lisboa, em 1971, parte de 1972 talvez; tivemos pois actividade política  como camaradas nessa e noutras circunstancias,  e nele sempre vi, no seu relacionamento político com os outros, uns bons atributos de lealdade, de lisura e de correcção. 
Obrigado, Helena Pato</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não pertencia ao meio estudantil, mas o meu círculo de amigos andava pela Medicina e eu ia ouvindo falar desse decreto e do que se ia passando. Mas esse decreto, se não estou em erro, apareceu lá para o fim dos seus cursos, o que quer dizer que eu só teria seguido a sua ponta inicial.<br />
Por ser tão pouco referido é que eu venho aqui dizer alguma, pouca, coisa e provavelmente incerta. Com todas as reservas o faço.<br />
Era ministro o Leite Pinto. Que era um personagem diferenciado. Lembro-me de descrições de reuniões de estudantes com tal ministro que eram divertidas, animadas e informais. Dizia-se que era o único ministro que tinha a coragem de fumar nos Conselho  de Ministros. E havia outras histórias que ilustravam tal cavalheiro.<br />
Julgo que, na altura, havia a percepção da sensibilidade que tinha a promulgação de tal decreto-lei. Era alguma coisa que afectava gravemente as Associações Académicas, mas que interessava, ao mesmo tempo, os filhos daqueles que estavam no poder ou na sua esfera. Aquilo também respeitava os seus, os rapazes de quantos tinham peso na “situação”.<br />
Havia, neste caso, uma certa dimensão caseira de uns quantos (bastantes). Sentida como tal, respeitada como tal, o que não impedia a violência, como mais tarde se veria a repetir.<br />
À época, o movimento associativo tinha uma certa força e parece-me bem que o 40.900 fazia parte duma política de contenção. Mais resposta ao que estava dado, do que um propósito de desejado e estrito controlo futuros.<br />
Pelo que julgo poder apreciar, foi uma luta que não se pode considerar fracassada. Arrastada, diferida, dividindo aquele pessoal sénior do regime e unindo os estudantes. Julgo que o Movimento  Associativo continuou e, algum tempo depois, até se revestiu de maior força. Com a história que já se conhece melhor.<br />
O testemunho de Helena Pato era necessário. E seria bom que outros viessem a falar deste 40.900, já longínquo, mas que terá tido maior importância do que a correntemente admitida.<br />
Senti uma boa alegria por saber que o Noales tinha tido assim uma namorada – e mulher – tão fascinada por ele, tão por ele enamorada. Gostei.<br />
E só mais uma coisa. A referência ao Herberto Goulart. Ele pertenceu comigo à Comissão Executiva da CDE de Lisboa, em 1971, parte de 1972 talvez; tivemos pois actividade política  como camaradas nessa e noutras circunstancias,  e nele sempre vi, no seu relacionamento político com os outros, uns bons atributos de lealdade, de lisura e de correcção.<br />
Obrigado, Helena Pato</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: helena pato</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/06/22/pancadaria-nas-escadinhas/#comment-1711</link>
		<dc:creator>helena pato</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 20:28:17 +0000</pubDate>
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		<description>Jorge:

Espero que tenhas voltado a lê-la...É que, aqui, tratando-se de um testemunho, ajustei-a mais à verdade dos factos e, ao mexer-lhe, ficou um bom bocado diferente da historinha com o mesmo nome do &quot;Saudação, flausinas, etc&quot;...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Jorge:</p>
<p>Espero que tenhas voltado a lê-la&#8230;É que, aqui, tratando-se de um testemunho, ajustei-a mais à verdade dos factos e, ao mexer-lhe, ficou um bom bocado diferente da historinha com o mesmo nome do &#8220;Saudação, flausinas, etc&#8221;&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Jorge</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/06/22/pancadaria-nas-escadinhas/#comment-1710</link>
		<dc:creator>Jorge</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 19:25:50 +0000</pubDate>
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		<description>É a minha história preferida do teu &quot;Saudações, etc.&quot; O comentário anterior explica porquê...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É a minha história preferida do teu &#8220;Saudações, etc.&#8221; O comentário anterior explica porquê&#8230;</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: João Tunes</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/06/22/pancadaria-nas-escadinhas/#comment-1706</link>
		<dc:creator>João Tunes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2009 13:27:13 +0000</pubDate>
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		<description>Dois em um: um testemunho importante sobre uma luta pouco lembrada (a do início da contestação ao famigerado 40900, cuja envergadura muitas vezes se apaga face à dimensão e impacto da posterior efervescência de 62) e uma bonita estória de amor &quot;em tempo de guerra&quot;. Melhor que isto? Em lado algum.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Dois em um: um testemunho importante sobre uma luta pouco lembrada (a do início da contestação ao famigerado 40900, cuja envergadura muitas vezes se apaga face à dimensão e impacto da posterior efervescência de 62) e uma bonita estória de amor &#8220;em tempo de guerra&#8221;. Melhor que isto? Em lado algum.</p>
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