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	<title>Comentários em: «Crise de 69»: o conflito que nasceu da palavra negada</title>
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	<description>leituras contemporâneas da história e da memória</description>
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		<title>Por: Liliana</title>
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		<dc:creator>Liliana</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 14:18:01 +0000</pubDate>
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		<description>Está no Governo PS, pois claro! O homem que pediu a palavra para os estudantes em 69 está agora com o mesmo governo que reduziu à quase nulidade a representação dos estudantes nos órgãos e que fez da Universidade uma fábrica de precários e uma escola de elites!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Está no Governo PS, pois claro! O homem que pediu a palavra para os estudantes em 69 está agora com o mesmo governo que reduziu à quase nulidade a representação dos estudantes nos órgãos e que fez da Universidade uma fábrica de precários e uma escola de elites!</p>
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		<title>Por: Miguel Cardina</title>
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		<dc:creator>Miguel Cardina</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 13:36:52 +0000</pubDate>
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		<description>Alberto Martins foi preso na madrugada em que pediu a palavra, sendo libertado no dia seguinte. Como presidente da DG/AAC, coube-lhe realizar aquele gesto, mas o sucesso da crise - como penso ficar evidente no texto e é geralmente acentuado pelos próprios &quot;dirigentes&quot; - apenas se compreende se tivermos em conta o empenhamento colectivo da ampla maioria dos estudantes nos diferentes momentos: logo no 17 de Abril, mas também nas Magnas, na greve aos exames, nos múltiplos empenhamentos sectoriais...

Alberto Martins é hoje um destacado quadro do Partido Socialista. Muitos outros activistas mantiveram ou mantêm protagonismos semelhantes. Para uma boa parte destas gerações formadas nos anos sessenta e setenta, a política aparecia como uma segunda pele. E as universidades, mais do que hoje, eram os raros espaços dessa aprendizagem.

Uma outra questão consiste em saber qual o percurso que individualmente cada antigo activista estudantil trilhou (e parece-me importante atender não apenas aos percursos efectuados pelos de &quot;1.ªlinha&quot;, mas também pelos activistas de &quot;2.ª linha&quot; - e por aqueles que canalizavam o grosso do seu activismo para as diferentes áreas culturais, por exemplo). Só que essa é uma questão vasta, que não ganha em esclarecimento se entrarmos em retóricas de fulanização.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Alberto Martins foi preso na madrugada em que pediu a palavra, sendo libertado no dia seguinte. Como presidente da DG/AAC, coube-lhe realizar aquele gesto, mas o sucesso da crise &#8211; como penso ficar evidente no texto e é geralmente acentuado pelos próprios &#8220;dirigentes&#8221; &#8211; apenas se compreende se tivermos em conta o empenhamento colectivo da ampla maioria dos estudantes nos diferentes momentos: logo no 17 de Abril, mas também nas Magnas, na greve aos exames, nos múltiplos empenhamentos sectoriais&#8230;</p>
<p>Alberto Martins é hoje um destacado quadro do Partido Socialista. Muitos outros activistas mantiveram ou mantêm protagonismos semelhantes. Para uma boa parte destas gerações formadas nos anos sessenta e setenta, a política aparecia como uma segunda pele. E as universidades, mais do que hoje, eram os raros espaços dessa aprendizagem.</p>
<p>Uma outra questão consiste em saber qual o percurso que individualmente cada antigo activista estudantil trilhou (e parece-me importante atender não apenas aos percursos efectuados pelos de &#8220;1.ªlinha&#8221;, mas também pelos activistas de &#8220;2.ª linha&#8221; &#8211; e por aqueles que canalizavam o grosso do seu activismo para as diferentes áreas culturais, por exemplo). Só que essa é uma questão vasta, que não ganha em esclarecimento se entrarmos em retóricas de fulanização.</p>
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		<title>Por: Bruno</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/04/17/%c2%abcrise-de-69%c2%bb-o-conflito-que-nasceu-da-palavra-negada/#comment-1445</link>
		<dc:creator>Bruno</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 12:00:25 +0000</pubDate>
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		<description>Sim, o que aconteceu a Alberto Martins?!</description>
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		<title>Por: Pedro Matos</title>
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		<dc:creator>Pedro Matos</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 09:51:13 +0000</pubDate>
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		<description>é o mesmo Alberto Martins que é hoje o líder da bancada parlamentar do PS</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>é o mesmo Alberto Martins que é hoje o líder da bancada parlamentar do PS</p>
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		<title>Por: Vitor Martins</title>
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		<dc:creator>Vitor Martins</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 09:28:48 +0000</pubDate>
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		<description>António Says:

Sexta-feira, 17.Abr.2009 at 08:04:44

O que aconteceu a Alberto Martins?

Veja em:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Alberto_Martins</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>António Says:</p>
<p>Sexta-feira, 17.Abr.2009 at 08:04:44</p>
<p>O que aconteceu a Alberto Martins?</p>
<p>Veja em:</p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alberto_Martins" rel="nofollow">http://pt.wikipedia.org/wiki/Alberto_Martins</a></p>
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		<title>Por: Miguel Almeida</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/04/17/%c2%abcrise-de-69%c2%bb-o-conflito-que-nasceu-da-palavra-negada/#comment-1442</link>
		<dc:creator>Miguel Almeida</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 20:31:49 +0000</pubDate>
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		<description>E eu que nada sei, aprendi aqui, mais um pouco sobre o Meu país...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E eu que nada sei, aprendi aqui, mais um pouco sobre o Meu país&#8230;</p>
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		<title>Por: António</title>
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		<dc:creator>António</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 19:01:44 +0000</pubDate>
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		<description>O que aconteceu a Alberto Martins?</description>
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		<title>Por: João Tunes</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/04/17/%c2%abcrise-de-69%c2%bb-o-conflito-que-nasceu-da-palavra-negada/#comment-1440</link>
		<dc:creator>João Tunes</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 13:33:40 +0000</pubDate>
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		<description>69-Coimbra é uma fase de importância maior no alargamento do fosso entre o regime e as elites. Aí, milhares de futuros &quot;doutores&quot; tornaram-se irremediavelmente antifascistas. E a maioria deles iriam &quot;continuar Coimbra&quot; como milicianos do exército colonial. A efeméride merecia muito mais eco que aquele que está a ter. Salvou-se, na maré de desimportância, Cavaco Silva que não deixou de lhe prestar o preito devido ao dedicar-se, nestes dias, à denúncia da ileteracia matemética, uma metáfora sofisticada para comemorar os 40 anos passados desde as peripécias do seu antecessor Tomás na inauguração do Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>69-Coimbra é uma fase de importância maior no alargamento do fosso entre o regime e as elites. Aí, milhares de futuros &#8220;doutores&#8221; tornaram-se irremediavelmente antifascistas. E a maioria deles iriam &#8220;continuar Coimbra&#8221; como milicianos do exército colonial. A efeméride merecia muito mais eco que aquele que está a ter. Salvou-se, na maré de desimportância, Cavaco Silva que não deixou de lhe prestar o preito devido ao dedicar-se, nestes dias, à denúncia da ileteracia matemética, uma metáfora sofisticada para comemorar os 40 anos passados desde as peripécias do seu antecessor Tomás na inauguração do Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra.</p>
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