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	<title>Comentários em: Feminismo: um nome ainda novo</title>
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	<description>leituras contemporâneas da história e da memória</description>
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		<title>Por: adília</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/03/08/feminismo-um-nome-ainda-novo/#comment-1360</link>
		<dc:creator>adília</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 16:10:13 +0000</pubDate>
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		<description>No século XVIII, é caso para referir ainda, para além de Olympe de Gouges, a carismática Madame Roland. Embora muito diferentes, as duas foram consideradas, pelos revolucionários de serviço, indignas de subir às tribunas, mas merecedoras do cadafalso, por ousarem transgredir os limites e os papéis a que se pretendia confiná-las.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No século XVIII, é caso para referir ainda, para além de Olympe de Gouges, a carismática Madame Roland. Embora muito diferentes, as duas foram consideradas, pelos revolucionários de serviço, indignas de subir às tribunas, mas merecedoras do cadafalso, por ousarem transgredir os limites e os papéis a que se pretendia confiná-las.</p>
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		<title>Por: José Eduardo de Sousa</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/03/08/feminismo-um-nome-ainda-novo/#comment-1325</link>
		<dc:creator>José Eduardo de Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 22:15:53 +0000</pubDate>
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		<description>Eis um acesso a alguma informação sobre maçonaria feminina
http://www.glfp.pt/glfp/glfp.htm
que muito provavelmente já conhecem.

Há um livro de Fernando Marques da Costa que eu não estou em condições de abonar. Não lhe encontrei data de edição, mas acontece ver velha a maçonaria de que trata. Oliveira Marques indica-o na bibliografia do seu Dicionário de Maçonaria Portugues, Editorial Delta, 1986

Tive algumas leituras sobre a maçonaria, mas, mesmo assim, só posso dizer que não sei nada do assunto</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eis um acesso a alguma informação sobre maçonaria feminina<br />
<a href="http://www.glfp.pt/glfp/glfp.htm" rel="nofollow">http://www.glfp.pt/glfp/glfp.htm</a><br />
que muito provavelmente já conhecem.</p>
<p>Há um livro de Fernando Marques da Costa que eu não estou em condições de abonar. Não lhe encontrei data de edição, mas acontece ver velha a maçonaria de que trata. Oliveira Marques indica-o na bibliografia do seu Dicionário de Maçonaria Portugues, Editorial Delta, 1986</p>
<p>Tive algumas leituras sobre a maçonaria, mas, mesmo assim, só posso dizer que não sei nada do assunto</p>
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		<title>Por: Miguel Cardina</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/03/08/feminismo-um-nome-ainda-novo/#comment-1322</link>
		<dc:creator>Miguel Cardina</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 01:44:08 +0000</pubDate>
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		<description>Ana, não há dúvida de que se trata de uma luta do presente, que se intersecta com muitas outras.

Em relação ao tema que apareceu nos comentários - a maçonaria feminina - ficou tudo um bocadinho enevoado... mas nunca se sabe se não aparece por aqui alguém das sociedades discretas a esclarecer-nos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ana, não há dúvida de que se trata de uma luta do presente, que se intersecta com muitas outras.</p>
<p>Em relação ao tema que apareceu nos comentários &#8211; a maçonaria feminina &#8211; ficou tudo um bocadinho enevoado&#8230; mas nunca se sabe se não aparece por aqui alguém das sociedades discretas a esclarecer-nos.</p>
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	<item>
		<title>Por: José Eduardo de Sousa</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/03/08/feminismo-um-nome-ainda-novo/#comment-1314</link>
		<dc:creator>José Eduardo de Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2009 10:15:02 +0000</pubDate>
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		<description>João Tunes
Não sei o que fez durante esse tempo. Com um pouco mais ainda lá estava à espera do corte de pescoço. Era bom, íamos visitá-la para dois dedos de conversa. Se a idade ainda lho permitisse. Era mulher para ter muito de contar e de dizer, se para aí estivesse virada.
Tem piada, o dicionário que citei parece manifestar uma espécie de horror, de bom tom e de bom uso, ao Terror e a Robespierre. E as suas referências a Olympe de Gouge indiciarão (?) ter sido guilhotinada por ser “malcriada” com Robespierre.
Um abraço
Sousa</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João Tunes<br />
Não sei o que fez durante esse tempo. Com um pouco mais ainda lá estava à espera do corte de pescoço. Era bom, íamos visitá-la para dois dedos de conversa. Se a idade ainda lho permitisse. Era mulher para ter muito de contar e de dizer, se para aí estivesse virada.<br />
Tem piada, o dicionário que citei parece manifestar uma espécie de horror, de bom tom e de bom uso, ao Terror e a Robespierre. E as suas referências a Olympe de Gouge indiciarão (?) ter sido guilhotinada por ser “malcriada” com Robespierre.<br />
Um abraço<br />
Sousa</p>
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		<title>Por: João Tunes</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/03/08/feminismo-um-nome-ainda-novo/#comment-1311</link>
		<dc:creator>João Tunes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 22:09:31 +0000</pubDate>
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		<description>Que o José Eduardo de Sousa me permita a graça: e o que fez a Olympe de Gouge durante os quase dois séculos em que esteve no cárcere à espera que a lâmina lhe afagasse o pescoço?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que o José Eduardo de Sousa me permita a graça: e o que fez a Olympe de Gouge durante os quase dois séculos em que esteve no cárcere à espera que a lâmina lhe afagasse o pescoço?</p>
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		<title>Por: José Eduardo de Sousa</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/03/08/feminismo-um-nome-ainda-novo/#comment-1310</link>
		<dc:creator>José Eduardo de Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 18:59:21 +0000</pubDate>
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		<description>Miguel Cardina, permita-me que faça uma citação de Olympe de Gouges e que acrescente mais algumas palavras.

A citação : « La loi doit être l’expression de la volonté générale; toutes les citoyennes et citoyens doivent concourir personnellement, ou par leurs représentants, à sa formation; elIe doit être la même pour tous; toutes les citoyennes et tous lecitoyens, étant égaux à ses yeux, doivent également être admissibles à toutes dignités, places et emplois publics, selon leurs capacités, et sans autres distinctions que celles de leurs vertus et de leurs talents » 

Olympe de Gouges foi uma dama bastante turbulenta. Propôs-se como defensora do rei, no processo a que foi sujeito. Foi grande admiradora de Mirabeau, o “traidor” descoberto como tal depois da morte. Pegou-se com Robespierre, a quem chamou “animal amphibie”  e ainda com Marat, para ela, “un avorton de l’humanité”. De certo modo, ao defender a liberdade para as mulheres, procedeu como se já a tivesse em pleno.

Morre guilhotinada a 3 de Novembro de 1973.

In “Histoire et dictionnaire de la Révolution Française, Jean Tulard e outros, Robert Laffont, Bouquins, 1987», págs 171 et 855.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Miguel Cardina, permita-me que faça uma citação de Olympe de Gouges e que acrescente mais algumas palavras.</p>
<p>A citação : « La loi doit être l’expression de la volonté générale; toutes les citoyennes et citoyens doivent concourir personnellement, ou par leurs représentants, à sa formation; elIe doit être la même pour tous; toutes les citoyennes et tous lecitoyens, étant égaux à ses yeux, doivent également être admissibles à toutes dignités, places et emplois publics, selon leurs capacités, et sans autres distinctions que celles de leurs vertus et de leurs talents » </p>
<p>Olympe de Gouges foi uma dama bastante turbulenta. Propôs-se como defensora do rei, no processo a que foi sujeito. Foi grande admiradora de Mirabeau, o “traidor” descoberto como tal depois da morte. Pegou-se com Robespierre, a quem chamou “animal amphibie”  e ainda com Marat, para ela, “un avorton de l’humanité”. De certo modo, ao defender a liberdade para as mulheres, procedeu como se já a tivesse em pleno.</p>
<p>Morre guilhotinada a 3 de Novembro de 1973.</p>
<p>In “Histoire et dictionnaire de la Révolution Française, Jean Tulard e outros, Robert Laffont, Bouquins, 1987», págs 171 et 855.</p>
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		<title>Por: João Tunes</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/03/08/feminismo-um-nome-ainda-novo/#comment-1309</link>
		<dc:creator>João Tunes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 16:14:07 +0000</pubDate>
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		<description>OK, Jorge Conceição. Mas, embora com restrições nesta ou naquela Loja, não se pode dizer com rigor que a Maçonaria é unissexual. Portanto e sobre isto, a Taça pertence à Igreja Católica. O seu a seu dono.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>OK, Jorge Conceição. Mas, embora com restrições nesta ou naquela Loja, não se pode dizer com rigor que a Maçonaria é unissexual. Portanto e sobre isto, a Taça pertence à Igreja Católica. O seu a seu dono.</p>
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	<item>
		<title>Por: Jorge Conceição</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/03/08/feminismo-um-nome-ainda-novo/#comment-1308</link>
		<dc:creator>Jorge Conceição</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 14:10:48 +0000</pubDate>
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		<description>João Tunes: eu não sei muito sobre a Maçonaria. Porém o GOL é exclusivamente masculino. Noutras obediências (se é assim que se diz) maçónicas em Portugal, existe pelo menos outra exclusivamente masculina, uma exclusivamente feminina e, parece-me, uma menos clássica que ensaia uma abertura aos dois sexos, a qual, tanto quanto sei, é ultra-minoritária.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>João Tunes: eu não sei muito sobre a Maçonaria. Porém o GOL é exclusivamente masculino. Noutras obediências (se é assim que se diz) maçónicas em Portugal, existe pelo menos outra exclusivamente masculina, uma exclusivamente feminina e, parece-me, uma menos clássica que ensaia uma abertura aos dois sexos, a qual, tanto quanto sei, é ultra-minoritária.</p>
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		<title>Por: João Tunes</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/03/08/feminismo-um-nome-ainda-novo/#comment-1307</link>
		<dc:creator>João Tunes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 12:05:20 +0000</pubDate>
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		<description>Uma dúvida: erro se disser que já li que a Maçonaria já aceita mulheres?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma dúvida: erro se disser que já li que a Maçonaria já aceita mulheres?</p>
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	<item>
		<title>Por: Jorge Conceição</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/03/08/feminismo-um-nome-ainda-novo/#comment-1306</link>
		<dc:creator>Jorge Conceição</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 11:07:55 +0000</pubDate>
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		<description>No mundo actual existem inúmeros exemplos de segregação sexista, mas gostava de salientar dois paradigmáticos, por serem de instituições que têm um grande peso na nossa sociedade, com bases e princípios éticos contratando com as suas práticas correntes: a Igreja Católica (que nega o sacerdócio ao sexo feminino) e a Maçonaria (que, apesar da sua Liberdade, Igualdade e Fraternidade, faz os seus conclaves unisexuais).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>No mundo actual existem inúmeros exemplos de segregação sexista, mas gostava de salientar dois paradigmáticos, por serem de instituições que têm um grande peso na nossa sociedade, com bases e princípios éticos contratando com as suas práticas correntes: a Igreja Católica (que nega o sacerdócio ao sexo feminino) e a Maçonaria (que, apesar da sua Liberdade, Igualdade e Fraternidade, faz os seus conclaves unisexuais).</p>
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	<item>
		<title>Por: ana r.rodrigues</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2009/03/08/feminismo-um-nome-ainda-novo/#comment-1305</link>
		<dc:creator>ana r.rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 23:19:46 +0000</pubDate>
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		<description>E o teu artigo Miguel também é actual,pois existe uma tendência para esquecer que a premissa fundamental do feminismo,
é a luta contra o poder discriminatório do capital!
Por arraste ,os homens beneficiosos e vitimas simultâneamente deste sistema,reproduziram e reproduzem este poder!
Ontem as feministas,os homosexuais ,os ciganos ,os emigrantes ,os &quot;outros&quot;e os que pensam e agem diferentemente do canon.
Hoje estes, mais os velhos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E o teu artigo Miguel também é actual,pois existe uma tendência para esquecer que a premissa fundamental do feminismo,<br />
é a luta contra o poder discriminatório do capital!<br />
Por arraste ,os homens beneficiosos e vitimas simultâneamente deste sistema,reproduziram e reproduzem este poder!<br />
Ontem as feministas,os homosexuais ,os ciganos ,os emigrantes ,os &#8220;outros&#8221;e os que pensam e agem diferentemente do canon.<br />
Hoje estes, mais os velhos.</p>
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