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	<title>Comentários em: 25 de Abril &#8211; Ruptura ou Continuidade?</title>
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	<description>leituras contemporâneas da história e da memória</description>
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		<title>Por: Pres da Silva</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2008/10/13/25-de-abril-ruptura-ou-continuidade/#comment-619</link>
		<dc:creator>Pres da Silva</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 17:00:34 +0000</pubDate>
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		<description>Maria Manuela Cruzeiro:
Felicito-a. Vou esperar o texto de &quot;continuação&quot;, e poder eventualmente pronunciar-me. De qualquer modo, o já publicado deixa uma razoável espectativa para o que se segue...

Pires da Silva</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Maria Manuela Cruzeiro:<br />
Felicito-a. Vou esperar o texto de &#8220;continuação&#8221;, e poder eventualmente pronunciar-me. De qualquer modo, o já publicado deixa uma razoável espectativa para o que se segue&#8230;</p>
<p>Pires da Silva</p>
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		<title>Por: Maria Manuela Cruzeiro</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2008/10/13/25-de-abril-ruptura-ou-continuidade/#comment-587</link>
		<dc:creator>Maria Manuela Cruzeiro</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 01:37:01 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Nelson Anjos:
 
Um pouco tarde, por ser uma leitora muito irregular da nossa caixa de correio, não quero deixar de lhe responder não sem  antes lhe agradecer o interesse com que me/nos lê. 
O seu apelo a um certo voluntarismo a propósito da revolução (ela que é sobretudo um encontro de vontades) não pode fazer-nos esquecer, quando a queremos pensar, dos contributos de alguns dos seus teóricos. Sendo as revoluções todas iguais e todas diferentes, as análises comparativas da nossa com outras ajudará certamente a compreender as suas especificidades. Sem a pretensão de inventar nada, o que tento é dialogar com esses autores,e testar a operacionalidade dos seus conceitos e instrumentos de análise, aplicados ao nosso caso concreto. Não é erudição, é informação. É também crítica, mas fundamentada.
Quanto ao cizentismo, nada a fazer. Só esperar por momentos de mais inspiração. A sua expectativa é já um estímulo e um desafio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Nelson Anjos:</p>
<p>Um pouco tarde, por ser uma leitora muito irregular da nossa caixa de correio, não quero deixar de lhe responder não sem  antes lhe agradecer o interesse com que me/nos lê.<br />
O seu apelo a um certo voluntarismo a propósito da revolução (ela que é sobretudo um encontro de vontades) não pode fazer-nos esquecer, quando a queremos pensar, dos contributos de alguns dos seus teóricos. Sendo as revoluções todas iguais e todas diferentes, as análises comparativas da nossa com outras ajudará certamente a compreender as suas especificidades. Sem a pretensão de inventar nada, o que tento é dialogar com esses autores,e testar a operacionalidade dos seus conceitos e instrumentos de análise, aplicados ao nosso caso concreto. Não é erudição, é informação. É também crítica, mas fundamentada.<br />
Quanto ao cizentismo, nada a fazer. Só esperar por momentos de mais inspiração. A sua expectativa é já um estímulo e um desafio.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Jorge Conceição</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2008/10/13/25-de-abril-ruptura-ou-continuidade/#comment-583</link>
		<dc:creator>Jorge Conceição</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 22:43:31 +0000</pubDate>
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		<description>A análise das revoluções - e suponho que a do 25 de abril, se Revolução, estará na base desta reflexão - feita por pensadores de nome reconhecido e estrangeiros, sobre acontecimentos que os rodearam noutros locais, é interessantíssima! Julgo, porém, que pensar o que nos envolve, com a experiência de cada um de nós (maioritariamente pensadores de improviso e não de carreira), também tem o seu interesse. Confesso que, pessoalmente, é mesmo o que mais me agrada: cada um de nós pensar por si (e com os outros), sem medo de dizer disparates, contrapondo as suas reflexões com a dos seus interlocutores. É que o mundo também é feito de gente vulgar, isto é, muita da gente dita vulgar tem a sua sensibilidade não burilada, mas tenta ser realista e objectiva. Acho eu...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A análise das revoluções &#8211; e suponho que a do 25 de abril, se Revolução, estará na base desta reflexão &#8211; feita por pensadores de nome reconhecido e estrangeiros, sobre acontecimentos que os rodearam noutros locais, é interessantíssima! Julgo, porém, que pensar o que nos envolve, com a experiência de cada um de nós (maioritariamente pensadores de improviso e não de carreira), também tem o seu interesse. Confesso que, pessoalmente, é mesmo o que mais me agrada: cada um de nós pensar por si (e com os outros), sem medo de dizer disparates, contrapondo as suas reflexões com a dos seus interlocutores. É que o mundo também é feito de gente vulgar, isto é, muita da gente dita vulgar tem a sua sensibilidade não burilada, mas tenta ser realista e objectiva. Acho eu&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: nelson anjos</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2008/10/13/25-de-abril-ruptura-ou-continuidade/#comment-576</link>
		<dc:creator>nelson anjos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2008 05:34:38 +0000</pubDate>
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		<description>A coisa hoje está um bocado cinzenta. Esperemos que venham dias melhores.

Aguardemos a continuação. E, se for caso disso, preparemo-nos para subverter as previsões mais sombrias. Que, um bocadinho de voluntarismo não mancha a história :-)

nelson anjos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A coisa hoje está um bocado cinzenta. Esperemos que venham dias melhores.</p>
<p>Aguardemos a continuação. E, se for caso disso, preparemo-nos para subverter as previsões mais sombrias. Que, um bocadinho de voluntarismo não mancha a história :-)</p>
<p>nelson anjos</p>
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