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	<title>Comentários em: Criação e Extinção do MES &#8211; Algumas reflexões tardias (II)</title>
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	<description>leituras contemporâneas da história e da memória</description>
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		<title>Por: Eduardo Graça</title>
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		<dc:creator>Eduardo Graça</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 18:00:52 +0000</pubDate>
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		<description>Sempre me pareceu que a Celeste Jesus (mulher do Rogério de Jesus) estava correctamente assinalada com o nº 19. Não estará a Nazaré assinalada - e na dúvida - interrogada - no lugar do nº 16?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sempre me pareceu que a Celeste Jesus (mulher do Rogério de Jesus) estava correctamente assinalada com o nº 19. Não estará a Nazaré assinalada &#8211; e na dúvida &#8211; interrogada &#8211; no lugar do nº 16?</p>
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		<title>Por: Nazaré Reis</title>
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		<dc:creator>Nazaré Reis</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 17:28:19 +0000</pubDate>
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		<description>Atenção , eu é que sou o nº 19 (Nazaré Reis) e não sei quem seja a Celeste de Jesus.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Atenção , eu é que sou o nº 19 (Nazaré Reis) e não sei quem seja a Celeste de Jesus.</p>
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		<title>Por: eduardo graça</title>
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		<dc:creator>eduardo graça</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 14:57:31 +0000</pubDate>
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		<description>O erro no nome do irmão Pedro, do António Pais vem de longe pois logo na primeira tentativa de legendagem o confundi com outra pessoa. Agora está certo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O erro no nome do irmão Pedro, do António Pais vem de longe pois logo na primeira tentativa de legendagem o confundi com outra pessoa. Agora está certo.</p>
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		<title>Por: Joana Lopes</title>
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		<dc:creator>Joana Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 20:56:06 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigada, António

Vou corrigir, no «post», o nome do 28.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigada, António</p>
<p>Vou corrigir, no «post», o nome do 28.</p>
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		<title>Por: António P.</title>
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		<dc:creator>António P.</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 17:42:39 +0000</pubDate>
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		<description>Belo texto Eduardo e como dizes &quot; o « espírito da época» não favorecia as esperas sábias e pacientes &quot; mas valeu a pena e acabamos ( muitos ) por chegar à sapiência mais tarde. Afinal tudo tem um tempo e a maioria das amizades resistiram à impaciência.
Um abraço 

ema pequena correcção o 28 é o Pedro Pais e não Luis</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belo texto Eduardo e como dizes &#8221; o « espírito da época» não favorecia as esperas sábias e pacientes &#8221; mas valeu a pena e acabamos ( muitos ) por chegar à sapiência mais tarde. Afinal tudo tem um tempo e a maioria das amizades resistiram à impaciência.<br />
Um abraço </p>
<p>ema pequena correcção o 28 é o Pedro Pais e não Luis</p>
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		<title>Por: Joana Lopes</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2008/07/14/criacao-e-extincao-do-mes-algumas-reflexoes-tardias-ii/#comment-183</link>
		<dc:creator>Joana Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 14:20:12 +0000</pubDate>
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		<description>Eduardo,
Vai ser longo o comentário. 

Testemunhos documentados, como os que trouxeste a este blogue sobre as vicissitudes do MES, ajudam a escrever a história do PREC, que está longe de estar clarificada, quanto mais encerrada. Tenho esperança de que os «Caminhos da Memória» venham a ajudar neste domínio. Eu própria estou a preparar um estudo/um texto sobre um caso pouco conhecido (o chamado «Grupo dos 16») que teve uma influência indiscutível na pré-história do MES.

Como complemento ao teu contributo, transcrevo uma passagem (precisamente a propósito do MES) do livro «Jorge Sampaio. Um cidadão igual a nós», editado pelo Museu da PR, 2006, p.23:

«Hoje, Jorge Sampaio arrepende-se de não ter aderido naquela altura [ao PS, em 1974]. A opção era: “escolher entre uma imediata e pragmática adesão a um grande partido ou, suspeitando de que ele não trazia a abertura bastante para os problemas da cidadania participativa, criar, à imagem da experiência francesa, um pequeno PSU à portuguesa...”».

Foram diversos os caminhos, são diversos hoje os testemunhos e os sentimentos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo,<br />
Vai ser longo o comentário. </p>
<p>Testemunhos documentados, como os que trouxeste a este blogue sobre as vicissitudes do MES, ajudam a escrever a história do PREC, que está longe de estar clarificada, quanto mais encerrada. Tenho esperança de que os «Caminhos da Memória» venham a ajudar neste domínio. Eu própria estou a preparar um estudo/um texto sobre um caso pouco conhecido (o chamado «Grupo dos 16») que teve uma influência indiscutível na pré-história do MES.</p>
<p>Como complemento ao teu contributo, transcrevo uma passagem (precisamente a propósito do MES) do livro «Jorge Sampaio. Um cidadão igual a nós», editado pelo Museu da PR, 2006, p.23:</p>
<p>«Hoje, Jorge Sampaio arrepende-se de não ter aderido naquela altura [ao PS, em 1974]. A opção era: “escolher entre uma imediata e pragmática adesão a um grande partido ou, suspeitando de que ele não trazia a abertura bastante para os problemas da cidadania participativa, criar, à imagem da experiência francesa, um pequeno PSU à portuguesa&#8230;”».</p>
<p>Foram diversos os caminhos, são diversos hoje os testemunhos e os sentimentos.</p>
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