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	<title>Comentários em: A Consulta dos Processos da PIDE/DGS &#8211; Uma aventura inquietante</title>
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	<description>leituras contemporâneas da história e da memória</description>
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		<title>Por: Raul Nobre</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2008/06/29/a-consulta-dos-processos-da-pidedgs-uma-aventura-inquietante/#comment-2029</link>
		<dc:creator>Raul Nobre</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 19:02:10 +0000</pubDate>
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		<description>Eu nunca estive preso. Por isso a minha perspectiva será diferente.
Não consigo perceber porque razão não é possível (não será mesmo possível?) exigir a listagem com os NOMES e actuais MORADAS dos PIDES e dos informadores.  E se isso não é oficialmente possível, porque não se organiza um grupo de voluntários para fazer e publicar essa listagem?
Perguntarão para quê? Não é para lhes fazer mal (eu não estive preso...) Mas quero conhecer quem me rodeia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu nunca estive preso. Por isso a minha perspectiva será diferente.<br />
Não consigo perceber porque razão não é possível (não será mesmo possível?) exigir a listagem com os NOMES e actuais MORADAS dos PIDES e dos informadores.  E se isso não é oficialmente possível, porque não se organiza um grupo de voluntários para fazer e publicar essa listagem?<br />
Perguntarão para quê? Não é para lhes fazer mal (eu não estive preso&#8230;) Mas quero conhecer quem me rodeia.</p>
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		<title>Por: Helena  Cabeçadas</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2008/06/29/a-consulta-dos-processos-da-pidedgs-uma-aventura-inquietante/#comment-158</link>
		<dc:creator>Helena  Cabeçadas</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Jul 2008 20:33:29 +0000</pubDate>
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		<description>Angelo:
Essa Helena é outra, minha prima, casada com o irmão do Rui Cabeçadas, que refiro no texto,então dirigente do MAR (Movimento de Acção Revolucionária), que integrava a FPLN (Frente Patriótica de Libertação Nacional)sediada em Argel e que coordenava a oposição antifascista no estrangeiro. Não tenho nada que desculpar. Um abraço, Helena.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Angelo:<br />
Essa Helena é outra, minha prima, casada com o irmão do Rui Cabeçadas, que refiro no texto,então dirigente do MAR (Movimento de Acção Revolucionária), que integrava a FPLN (Frente Patriótica de Libertação Nacional)sediada em Argel e que coordenava a oposição antifascista no estrangeiro. Não tenho nada que desculpar. Um abraço, Helena.</p>
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	<item>
		<title>Por: angelo ochoa</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2008/06/29/a-consulta-dos-processos-da-pidedgs-uma-aventura-inquietante/#comment-144</link>
		<dc:creator>angelo ochoa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 19:56:13 +0000</pubDate>
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		<description>Ao verificar a «biografia» de Helena Cabeçadas confesso que me equivoquei -- o que poderia dar a entender que meu anterior comment -- não fosse este esclarecimento -- pudesse parecer uma «brincadeira» de mau gosto... É que tive e tenho uma coleguinha de nome de guerra Helena Cabeçadas... Daqui a confusão natura... Desculpe-me a Helena Cabeçadas outra. Mas permitiu meu desabafo quanto a correspondência íntima vigiada e controlada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ao verificar a «biografia» de Helena Cabeçadas confesso que me equivoquei &#8212; o que poderia dar a entender que meu anterior comment &#8212; não fosse este esclarecimento &#8212; pudesse parecer uma «brincadeira» de mau gosto&#8230; É que tive e tenho uma coleguinha de nome de guerra Helena Cabeçadas&#8230; Daqui a confusão natura&#8230; Desculpe-me a Helena Cabeçadas outra. Mas permitiu meu desabafo quanto a correspondência íntima vigiada e controlada.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: angelo ochoa</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2008/06/29/a-consulta-dos-processos-da-pidedgs-uma-aventura-inquietante/#comment-142</link>
		<dc:creator>angelo ochoa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 11:44:07 +0000</pubDate>
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		<description>Olha, Helena, cara colega, sempre tão viva te conheci, e longos anos antes e pos 25 de abril leccionamos juntos a mesma filosofia aqui na escola que ainda deviso de minha janela, por essas e por outras é que não me dou ao trabalho de ir a essa torre de tombo ou «tumba»... pois acharia surpresas bem desagradáveis que antevejo mas nem calculo. Era frequente a devassa da correspondência e da intimidade -- tanta carta a não chegar a fim ou a chegar aberta e conspurcada! Em Buarcos me aconteceu de uma minha queridíssima Esmeralda tal surpresa. Tempos estes serão mesmo outros -- um beijinho para ti.
Manuel Ângelo Ochôa de Castro, prfessor aposentado do 10º Grupo B Filosofia do Antigo Liceu de Setúbal, natural de Alfândega da Fé e durante quase 30 anos «coleguinha» da Helena como ela gostava tento de dizer.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olha, Helena, cara colega, sempre tão viva te conheci, e longos anos antes e pos 25 de abril leccionamos juntos a mesma filosofia aqui na escola que ainda deviso de minha janela, por essas e por outras é que não me dou ao trabalho de ir a essa torre de tombo ou «tumba»&#8230; pois acharia surpresas bem desagradáveis que antevejo mas nem calculo. Era frequente a devassa da correspondência e da intimidade &#8212; tanta carta a não chegar a fim ou a chegar aberta e conspurcada! Em Buarcos me aconteceu de uma minha queridíssima Esmeralda tal surpresa. Tempos estes serão mesmo outros &#8212; um beijinho para ti.<br />
Manuel Ângelo Ochôa de Castro, prfessor aposentado do 10º Grupo B Filosofia do Antigo Liceu de Setúbal, natural de Alfândega da Fé e durante quase 30 anos «coleguinha» da Helena como ela gostava tento de dizer.</p>
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	<item>
		<title>Por: Joana Lopes</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2008/06/29/a-consulta-dos-processos-da-pidedgs-uma-aventura-inquietante/#comment-139</link>
		<dc:creator>Joana Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 19:15:54 +0000</pubDate>
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		<description>Pela parte que me toca, tanto quanto à colaboração neste blogue como pela atenção que o meu livro lhe mereceu, muito obrigada.

A cabeça não nos doerá e a mão vai continuar a bater os nossos teclados - assim o esperamos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pela parte que me toca, tanto quanto à colaboração neste blogue como pela atenção que o meu livro lhe mereceu, muito obrigada.</p>
<p>A cabeça não nos doerá e a mão vai continuar a bater os nossos teclados &#8211; assim o esperamos.</p>
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	<item>
		<title>Por: Pedro Júlio Malta</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2008/06/29/a-consulta-dos-processos-da-pidedgs-uma-aventura-inquietante/#comment-138</link>
		<dc:creator>Pedro Júlio Malta</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 19:07:15 +0000</pubDate>
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		<description>Ainda bem que ouvi a entrevista do Pedro Rolo Duarte a dois colaboradores de &quot;os caminhos da memória&quot;. Sem a pista dada nesse programa talvez não viesse a conhecer mais uns traços da repugnante acção pidesca do regime do &quot;fradeco de Santa Comba&quot;. Não tinham respeito por ninguém, nem por nada. Era uma perseguição afrontosa. Não é para me gabar mas desconfio que o meu nome também deve andar por esses sítios. Fui um dos fundadores, em 1967, de um jornal regional, que ainda existe, na Lousã, chamado TREVIM, que, para não fugir à &quot;praxe&quot;, sofreu as vilanias dos pides da censura. Há tempos fui à Torre do Tombo à procura do processo do jornal nas caixas da Censura, mas apenas encontrei uns cortes que, por sinal, também tenho em arquivo. Consultei um dossier da Direcção de Censura de Coimbra, que tinha lá vários processos de jornais do distrito, mas o do TREVIM não estava lá. Foi-me dito por um funcionário que não estava ainda tudo catalogado. Um dia destes volto lá, para nova investigação. Não vos doa a mão, nem a cabeça para darem a conhecer tudo o que é preciso para manter a memória dos dias trágicios do fascismo. Aliás já tive opoetunidade de ler o livro de Joana Lopes sobre as actividades dos católicos durante a ditadura. Um bom exemplo do que acho que deve ser feito na denúncia e crítica ao fascismo. Gostarei de receber notícias vossas e eu voltarei quando puder. Obrigado pelo vosso trabalho.
Coimbra, 30 de Junho de 2008.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda bem que ouvi a entrevista do Pedro Rolo Duarte a dois colaboradores de &#8220;os caminhos da memória&#8221;. Sem a pista dada nesse programa talvez não viesse a conhecer mais uns traços da repugnante acção pidesca do regime do &#8220;fradeco de Santa Comba&#8221;. Não tinham respeito por ninguém, nem por nada. Era uma perseguição afrontosa. Não é para me gabar mas desconfio que o meu nome também deve andar por esses sítios. Fui um dos fundadores, em 1967, de um jornal regional, que ainda existe, na Lousã, chamado TREVIM, que, para não fugir à &#8220;praxe&#8221;, sofreu as vilanias dos pides da censura. Há tempos fui à Torre do Tombo à procura do processo do jornal nas caixas da Censura, mas apenas encontrei uns cortes que, por sinal, também tenho em arquivo. Consultei um dossier da Direcção de Censura de Coimbra, que tinha lá vários processos de jornais do distrito, mas o do TREVIM não estava lá. Foi-me dito por um funcionário que não estava ainda tudo catalogado. Um dia destes volto lá, para nova investigação. Não vos doa a mão, nem a cabeça para darem a conhecer tudo o que é preciso para manter a memória dos dias trágicios do fascismo. Aliás já tive opoetunidade de ler o livro de Joana Lopes sobre as actividades dos católicos durante a ditadura. Um bom exemplo do que acho que deve ser feito na denúncia e crítica ao fascismo. Gostarei de receber notícias vossas e eu voltarei quando puder. Obrigado pelo vosso trabalho.<br />
Coimbra, 30 de Junho de 2008.</p>
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	<item>
		<title>Por: João Tunes</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2008/06/29/a-consulta-dos-processos-da-pidedgs-uma-aventura-inquietante/#comment-135</link>
		<dc:creator>João Tunes</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 13:44:16 +0000</pubDate>
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		<description>Por mera coincidência sou também um velho amigo da moça, hoje moça veterana, a quem a PIDE profanou a carta de &quot;descoberta do amor&quot; que escrevera à Helena e que esta veio encontrar nos arquivos do Tombo. E sei-o porque pude constatar como lhe doeu, à tal amiga comum de que não revelo a sua graça, sentir que houve uma época em que nem a intimidade, mesmo a mais funda e reservada das intimidades, escapava às patas policiais. Este exemplo de dor retroactiva significa que, porque há sempre uma faceta ignóbil com que não se conta nem se imagina, até a memória (que é registo de resistência mas também guarda as marcas das infâmias) é capaz de ferir, duplicando o efeito do mal. Por exemplos como este, embora gabando a coragem de partilha da Helena, é que ainda não tive a &quot;coragem&quot; de consultar o meu dossier da PIDE.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Por mera coincidência sou também um velho amigo da moça, hoje moça veterana, a quem a PIDE profanou a carta de &#8220;descoberta do amor&#8221; que escrevera à Helena e que esta veio encontrar nos arquivos do Tombo. E sei-o porque pude constatar como lhe doeu, à tal amiga comum de que não revelo a sua graça, sentir que houve uma época em que nem a intimidade, mesmo a mais funda e reservada das intimidades, escapava às patas policiais. Este exemplo de dor retroactiva significa que, porque há sempre uma faceta ignóbil com que não se conta nem se imagina, até a memória (que é registo de resistência mas também guarda as marcas das infâmias) é capaz de ferir, duplicando o efeito do mal. Por exemplos como este, embora gabando a coragem de partilha da Helena, é que ainda não tive a &#8220;coragem&#8221; de consultar o meu dossier da PIDE.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: nelson anjos</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2008/06/29/a-consulta-dos-processos-da-pidedgs-uma-aventura-inquietante/#comment-132</link>
		<dc:creator>nelson anjos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 07:50:03 +0000</pubDate>
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		<description>Hoje, a &quot;democracia real&quot;, considerando os novos meios tecnológicos de que dispõe, incomensuravelmente mais poderosos que os de antigamente, e a necessidade de fazer face ao &quot;terrorismo internacional&quot; (onde e há quantos anos eu já ouvi isto ?)não é menos ineficaz no controlo da vida de um número certamente muito superior de cidadãos. (Descontando aquele lápso do Ministro Veiga Simão, há uns anos atrás, ao dar conhecimento público de uma lista de &quot;agentes secretos&quot;).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje, a &#8220;democracia real&#8221;, considerando os novos meios tecnológicos de que dispõe, incomensuravelmente mais poderosos que os de antigamente, e a necessidade de fazer face ao &#8220;terrorismo internacional&#8221; (onde e há quantos anos eu já ouvi isto ?)não é menos ineficaz no controlo da vida de um número certamente muito superior de cidadãos. (Descontando aquele lápso do Ministro Veiga Simão, há uns anos atrás, ao dar conhecimento público de uma lista de &#8220;agentes secretos&#8221;).</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: RN</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2008/06/29/a-consulta-dos-processos-da-pidedgs-uma-aventura-inquietante/#comment-131</link>
		<dc:creator>RN</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 22:58:37 +0000</pubDate>
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		<description>Belíssimo texto. Ele mostra bem que mais chocante que tomar conhecimento das torturas, vexames e patifarias políticas da polícia para as quais estamos prevenidos e sabemos ser &quot;o seu trabalho&quot; é confrontarmo-nos com o inesperado. Com a interferência na nossa vida pessoal. Ficarmos a saber que puderam até,fora do âmbito político, sem nos darmos conta, manipular as nossas vidas ou as dos nossos amigos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belíssimo texto. Ele mostra bem que mais chocante que tomar conhecimento das torturas, vexames e patifarias políticas da polícia para as quais estamos prevenidos e sabemos ser &#8220;o seu trabalho&#8221; é confrontarmo-nos com o inesperado. Com a interferência na nossa vida pessoal. Ficarmos a saber que puderam até,fora do âmbito político, sem nos darmos conta, manipular as nossas vidas ou as dos nossos amigos.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Joana Lopes</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2008/06/29/a-consulta-dos-processos-da-pidedgs-uma-aventura-inquietante/#comment-129</link>
		<dc:creator>Joana Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 01:04:36 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Jorge,

A Helena responderá provavelmente ao teu comentário, mas julgo que a fotografia não é a que referes. Ela tem-na (deve ter pedido cópia na Torre do Tombo), ainda quis publicá-la aqui mas infelizmente não a encontrou.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Jorge,</p>
<p>A Helena responderá provavelmente ao teu comentário, mas julgo que a fotografia não é a que referes. Ela tem-na (deve ter pedido cópia na Torre do Tombo), ainda quis publicá-la aqui mas infelizmente não a encontrou.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Jorge Nascimento Fernandes</title>
		<link>http://caminhosdamemoria.wordpress.com/2008/06/29/a-consulta-dos-processos-da-pidedgs-uma-aventura-inquietante/#comment-128</link>
		<dc:creator>Jorge Nascimento Fernandes</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 00:54:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://caminhosdamemoria.wordpress.com/?p=310#comment-128</guid>
		<description>Texto comovente, que nos lembra um tempo que pensamos que nunca mais há-de voltar.
Quanto à sua fotografia recorde se a mesma não é de tipo passe, pois nessa altura o ficheiro, com as fotografias de todos os sócios do Cineclube Universitário, foi levado pela PIDE quando assaltou o cineclube, na sequência da prisão do seu presidente, o Mário Neto, do Técnico (24/11/64). A tentativa de recuperação desse ficheiro, que estava na posse da PIDE e que nunca nos foi devolvido, ainda causou alguns incómodos aos dirigentes que se dirigiram àquela polícia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Texto comovente, que nos lembra um tempo que pensamos que nunca mais há-de voltar.<br />
Quanto à sua fotografia recorde se a mesma não é de tipo passe, pois nessa altura o ficheiro, com as fotografias de todos os sócios do Cineclube Universitário, foi levado pela PIDE quando assaltou o cineclube, na sequência da prisão do seu presidente, o Mário Neto, do Técnico (24/11/64). A tentativa de recuperação desse ficheiro, que estava na posse da PIDE e que nunca nos foi devolvido, ainda causou alguns incómodos aos dirigentes que se dirigiram àquela polícia.</p>
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